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O último Boletim InfroGripe divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) indica uma estabilização dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Brasil. A tendência de queda que estava presente desde o fim de maio terminou, mas os indícios de crescimento, apontados no fim de maio, parecem não estar concretizando.
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Entre crianças e adolescentes foi observada uma estabilização dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave em patamar significativamente elevado quando comparados com o histórico da pandemia. Já nos grupos acima de 60 anos há estabilização em patamares similares a outubro, quando foram registrados os valores mais baixos no dado nacional.
Casos de Síndrome respiratória grave
“O patamar de estabilização se apresenta mais alto à medida que a idade diminui. Já a redução expressiva do número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave na população idosa é reflexo do impacto da campanha de vacinação escalonada realizada nos meses de abril e maio. Os valores mais altos da população mais jovem indicam que a transmissão segue elevada e são atribuídos à transmissão elevada na população em geral”, afirmou o coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes à Fiocruz.
Analisando todos os estados e o Distrito Federal, apenas 4, das 27 unidades apresentaram tendência de crescimento a longo prazo, são elas: Bahia, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Espírito Santo. O documento leva em conta a Semana Epidemiológica 34, entre os dias 22 e 28 de agosto, que tem como base dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (SivepGripe) até 30 de agosto.
“Em todos esses estados observa-se que essa tendência tem sido puxada principalmente pelos casos graves em crianças e adolescentes e pela população acima de 60 anos. No caso do Rio de Janeiro, para a população acima de 70 anos estima-se que a situação atual já esteja em situação similar ao observado no pico do final de 2020”, completa ainda Gomes.
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