Siga o Olhar Digital no Google Discover
A Rede Corona-Ômica, instituição ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) confirmou a presença do primeiro caso de contágio pela variante Mu (B.1.621) do Coronavírus no Rio de Janeiro. A mutação, considerada potencialmente preocupante por alguns especialistas, foi encontrada na capital em uma amostra coletada no dia 28 de junho.
Ofertas
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
O caso é o único confirmado na região até o momento. A variante, originária da Colômbia e identificada desde janeiro deste ano, foi identificada pela primeira vez no Brasil, em Cuiabá, durante a Copa América, no dia 13 de junho.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a variante Mu como uma mutação “de interesse”, ou seja, com maior potencial mutagênico e de resistência às vacinas. No entanto, a instituição ainda precisava de estudos complementares para confirmação desta característica.
A OMS também afirmou que até agosto esta cepa é a que mais avançou na Colômbia e no Equador, totalizando 39% e 13% do quadro de infecções no período.
Variante não é expressiva no Brasil, mas demanda atenção
No Brasil, a contaminação da variante Mu não se faz tão expressiva, com o Rio de Janeiro tendo, até o momento, um caso isolado. A disseminação esteve mais presente em Minas Gerais, onde houve maiores registros.
Segundo o coordenador de pesquisa da Rede Corona-Ômica e professor da Feevale, Fernando Spliki, a cepa demanda atenção e cuidados constantes das instituições e profissionais de saúde:
“Essa é uma das variantes que temos observado com muita atenção, especialmente por ela ser classificada como variante de interesse pela OMS”, afirma. “Ainda é, assim como a Lambda, uma variante que não causa, por enquanto, o mesmo nível de preocupação que temos em relação à Delta e, nesse momento, em relação à elevação de casos da chamada Gamma Plus (P.1.1.7). Mas temos que ficar atentos e principalmente, na medida do possível, isolar os casos para que se consiga bloquear sua disseminação.”
Via CNN Brasil
Imagem: Lightspring/Shutterstock
Leia mais:
- Covid-19: Mutação importante pode ter transformado o coronavírus animal para humano
- Nenhum antibiótico em desenvolvimento no mundo é capaz de conter avanço das superbactérias, diz OMS
- Covid-19: Brasil tem 333 mortes nas últimas 24 horas; total ultrapassa 589 mil
Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!