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Um estudo realizado na Argentina apontou que os vacinados com as duas doses da Sputnik V criaram anticorpos capazes de combater a Covid-19. A pesquisa ainda apontou que mulheres foram as pessoas que mais criaram anticorpos, assim como aqueles que já se recuperaram da doença.
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Foram analisadas amostras de 528 indivíduos com idade média de 41,5 anos. Todos eram profissionais da saúde de um hospital infantil e foram consideradas variáveis como idade, sexo, profissão e fatores de risco, além do histórico de infecção pelo SARS-CoV-2.

Os pesquisadores colheram amostras de sangue no dia da primeira injeção e outra amostra entre 20 e 40 dias após a segunda dose. Foi possível comprovar que as mulheres que receberam o imunizante russo criaram mais anticorpos que as outras pessoas e, em seguida, vem o grupo de pessoas que já foram infectadas pela doença.
A Sputnik V foi o primeiro imunizante contra a Covid-19 a ser incorporado ao Plano Estratégico Nacional de Imunização na Argentina.
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Além da Sputnik V: Pfizer inicia testes de comprimido contra a Covid-19
A Pfizer anunciou na última segunda-feira (27) que iniciou os ensaios clínicos de fase intermediária e avançada de um comprimido que promete prevenir contra a Covid-19. Batizado de PF-07321332, o medicamento está sendo desenvolvido pela fabricante desde março de 2020 e envolverá 2.600 pessoas nos testes.
“Acreditamos que o combate ao vírus exigirá tratamentos eficazes para as pessoas que contraírem ou forem expostas ao vírus, complementando o impacto que as vacinas tiveram”, disse o chefe de pesquisa científica da Pfizer, Mikael Dolsten.
Se a pílula for aprovada, ela pode ajudar a no tratamento da infecção já nos estágios iniciais, evitando assim que o paciente desenvolva a forma grave da doença. De acordo com informações da Veja São Paulo, o objetivo do teste é determinar a segurança e eficácia do fármaco.
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