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As regras de trabalho restritivas da Apple aliada a promessa recente do CEO Tim Cook de punir quem divulga vazamentos sobre a empresa de Cupertino podem violar as leis trabalhistas dos Estados Unidos. Pelo menos é o que aponta a queixa mais recente contra a Big Tech.
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Esta semana, Ashley Gjovik, que ocupou o cargo de gerente sênior na empresa, afirmou que o e-mail enviado por Cook aos funcionários, dizendo que “pessoas que vazam informações confidenciais não pertencem aqui (a Apple)”, violou a Lei Nacional de Relações Trabalhistas, que protege o direito dos americanos de se comunicarem sobre quaisquer questões trabalhistas.

Documentos apresentados por Gjovik em sua denúncia, desafiam, segundo a ex-funcionária da marca da Maçã, várias políticas do manual de funcionários da Apple, que inclui desde restrições à divulgação de “informações comerciais”, conversas com repórteres até postagens indelicadas nas redes sociais.
Por ora, a Apple ainda não respondeu aos comentários.
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Funcionária da Apple foi afastada após denunciar práticas abusivas
Vale lembrar que Gjovik era gerente sênior do programa de engenharia. A funcionária foi demitida pela Apple em setembro após registrar reclamações contra os comportamentos abusivos dentro da empresa.
A profissional sugere que a demissão foi uma espécie de retaliação por suas queixas. Em entrevista ao The Verge, a executiva contou que durante meses levantou preocupações com as relações entre os funcionários da Apple e há anos enfrenta experiências com sexismo, condições de trabalho inseguras, retaliação e até assédio sexual.
Se o tribunal federal americano aprovar a denúncia, a Apple pode ser obrigada a alterar as suas políticas e informar os funcionários sobre os seus direitos.
Por fim, Gjovik disse ao portal Bloomberg que espera que o seu caso possa ajudar a estabelecer um novo precedente em prol dos funcionários da Apple, derrubando a cultura ultra sigilosa da empresa.
Créditos da imagem principal: Vividrange/Shutterstock
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