A Ford acaba de soltar um vídeo com os “primeiros detalhes” da versão da picape Maverick, que chegará ao Brasil no primeiro trimestre de 2022. E detalhes há, ainda que seja um vídeo bem mais de mostrar do que informar, deixando mais perguntas que respostas.

Não há configurações reveladas, mas dá para tirar algumas coisas, além da estética e do acabamento.

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  1. A caminhonete tem integração com o aplicativo Ford Pass, que serve, entre outras coisas, para localizar o carro, ajustar o ar condicionado, verificar se há revisões ou erros críticos;
  2. Tem câmbio automático circular, semelhante a outras caminhonetes;
  3. A interface lembra a da Bronco e da Ranger, com configurações especiais fora de estrada; no caso da Bronco, há até um modo que anda sozinho na subida.

A Ford Maverick, que chega no Brasil na versão Lariat FX4, ocupa um nicho mais de luxo na marca. Enquanto a Ranger se foca em utilidade e a Bronco, em aventura, a Maverick quer concorrer diretamente com SUVs, para um transporte urbano que pode servir também para aventuras.

Este ano, a Ford fechou suas fábricas no Brasil para se focar em importações. Há alguns detalhes específicos para a versão brasileira da picape, mas eles não foram revelados ainda.

De onde a Ford tirou o “Maverick”?

“Maverick”, em inglês, é o nome que se dá ao gado não marcado – fugido, criado solto, e, por conseguinte, rebelde. Por extensão é aplicado a pessoas independentes, que fazem o que bem entendem. “Mustang”, outro nome usado pela Ford, é a mesma coisa, mas se referindo a cavalos.

O nome é familiar no Brasil pelo muscle car vendido nos anos 1970. Aqui, o V8 era um dos maiores carrões disponíveis nas concessionárias. Lá fora, onde era uma versão mais modesta do Mustang, não marcou época. Por isso, o nome estava “livre” para ser usado para um veículo completamente diferente.

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