O nome é Max Pack e seria uma das opções de bateria as caminhonetes R1T – que, com o SUV R1S, compõe o curto portfólio da montadora estreante que cresceu explosivamente este ano. Com essas baterias, a Rivian prometia que seus veículos chegariam à marca de 400 milhas (643,7 km) de alcance.

A montadora acaba de engavetar a ideia ao menos por hora e diz que caminhonetes com a Max Pack só começarão a ser fabricadas em 2023. Pelo ano que vem, a Rivian deve continuar a produzir o tamanho “grande” padrão, com autonomia de ainda respeitáveis 314 milhas (505 km).

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Não é bom do ponto de vista do consumidor: 20% das pré-vendas da R1T, num total estimado em 14.200 veículos, foram para essa bateria máxima. O valor adicional é de US$ 10 mil a mais. A empresa diz que os compradores podem mudar a configuração do pedido se preferirem receber antes. Como a pré-venda funciona com um valor menor que o do carro, não há o que devolver.

A Rivian vai mal, mas vai bem

Não é a primeira vez que compradores tiveram uma má notícia. A R1T foi apresentada em 2018, mas os primeiros modelos só foram entregues em setembro passado.

Mesmo com isso, a caminhonete da Rivian foi um imenso sucesso: foi escolhida a Melhor Caminhonete de 2021 por uma renomada publicação e as ações da empresa chegaram a dispararam e chegou a ser mais valorizada que a Volkswagen.

Um grande impulso foi a Amazon, que detém 20% das ações. Antes de chegarem aos consumidores comuns, suas caminhonetes e vans foram postas a serviço das entregas da megacorporação. A van, aliás, ainda é exclusiva da Amazon, mas vai ser liberada para todo mundo ano que vem.

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