O Pix é o melhor método de pagamento para os lojistas. O sistema de pagamentos instantâneo brasileiro foi mencionado por economistas do Banco Central, em artigo publicado nesta quarta-feira (23). Eles acrescentaram ainda o potencial de crescimento entre empresas após a adoção do meio de pagamento pelos consumidores.

Segundo os especialistas, o Pix é “muito mais barato” para os lojistas do que os pagamentos que envolvem cartões. Para se ter uma ideia, a transação instantânea tem um custo médio de 0,22%, em cada uso. Do outro lado, a quitação das compras com cartões de débito custam pouco mais de 1%.

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O valor do custo para os lojistas é ainda maior nos cartões de crédito. Neste método de pagamento, os comércios têm custo médio de 2,2%. Isso faz com que o Pix seja mais competitivo até do que as taxas de cartão de crédito de outros países, como Estados Unidos (1,7%), Canadá (1,5%) e União Europeia (0,3%).

Mulher segura cartão de crédito em uma mão e celular na outra
O custo de cartões, de débito ou crédito, é maior para os lojistas. Imagem: Fizkes / Shutterstock

O Pix foi lançado em novembro de 2020 e, em pouco mais de um ano, já é utilizado por 114 milhões de pessoas em todo o Brasil. Essa quantidade representa 67% da população adulta brasileira. Entre empresas, há uma adesão em 9,1 milhões delas, ou 60% das companhias que têm relação com o sistema financeiro nacional. Em uma década, ele deve ser o meio de pagamento mais popular do país.

A maioria das movimentações acontecem entre pessoas físicas, que podem usar o serviço de maneira gratuita. Em 15 meses, o Pix atingiu uma movimentação de R$ 6,7 trilhões, chegando ao mesmo patamar dos cartões, tanto de débito quanto de crédito.

Via: InfoMoney

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