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Uma das montadoras americanas mais antigas na ativa, a Buick, marca de luxo da GM, prepara uma grande reforma em suas propostas de design e preços na tentativa de se tornar uma marca exclusivamente elétrica nos Estados Unidos e em mercados mais tradicionais. Nesta quarta-feira (1º), a montadora anunciou que quer, até 2030, vender apenas carros a bateria nos EUA.
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A reconstrução terá início com um crossover elétrico em 2024 que, segundo a companhia, oferecerá comodidades de luxo e um novo design por um preço abaixo dos Cadillacs elétricos. Com o rebranding,a Buick tenta atrair novos clientes por meio de um desconto no valor sem perder a pinta de “premium” — a maioria dos modelos híbridos plug-in nos Estados Unidos é vendida bem acima do preço médio de US$ 45 mil (aproximadamente R$ 216 mil).

“É exatamente o que não existe no mercado: um SUV de luxo acessível. Você pode ter um lindo veículo elétrico que não é caro”, explica Rob Peterson, diretor de marketing da marca, em comunicado à imprensa.
Na nova fase, os carros carros da Buick terão o nome de “Electra”, em homenagem a um antigo modelo da companhia, e tentarão reaver a reputação da marca nos EUA, onde ela atualmente vende menos de 200 mil unidades por ano e é vista de forma pejorativa como “marca de velho”. No ano passado, as vendas da montadora até foram bem domesticamente, mas o principal mercado ainda é a China, onde mais de 800 mil veículos são comercializados.

Neste sentido, a Buick pretende vender apenas parte do portfólio elétrico no país asiático, o que indica a reforma como um discurso exclusivo para o Ocidente — apesar do vice-presidente Duncan Aldred insistir em um “futuro totalmente elétrico até o fim desta década” para a companhia. Ainda assim, a marca de Detroit planeja vender os elétricos Velite 6 e 7 na China, além de introduzir cinco novos EVs até 2025.
Wildcat mostra nova filosofia de design da marca americana
Uma prévia do que será a fase elétrica da Buick é o Wildcat, apresentado nesta semana pela marca americana. Com nome emprestado de um popular full size da década de 1960, o cupê esportivo traz um visual bem diferente do Electra, o SUV futurista lançado dois anos atrás que trazia um exagerado par de portas borboleta e pilares de vidro.
Em vez disso, a Buick optou por um projeto mais elegante e luxuoso, com linhas laterais mais fluidas, dianteira inclinada e grade trapeziforme. No novo modelo, a montadora também já atualiza seu logotipo, eliminando o círculo externo à la time de futebol e a listra transversal nos três escudos.

Tanto Wildcat quanto Electra foram nomes utilizados pela Buick no passado. O Wildcat foi um full size, como já mencionamos, enquanto o Electra foi o carro-chefe da montadora americana de 1959 a 1990. À época, ele foi oferecido primariamente como um sedã quatro portas, mas também houve versões do tipo perua e conversível.
Nos utilitários Electra, a Buick deve adotar um novo trem de força e as células de bateria Ultium, da GM, que já são usadas no Hummer EV e no Cadillac Lyriq. Com um investimento de US$ 35 bilhões (em torno de R$ 168 bi) em veículos elétricos e autônomos até 2025, a GM planeja se tornar uma empresa completamente neutra em carbono até 2040.
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