O novo ciclo solar que começou em 2019 é considerado bem mais “intenso” do que o anterior, com um número maior de fenômenos ocorrendo no sol. Segundo o Spaceweather.com, a Terra foi atingida por uma tempestade solar entre os dias 25 e 26 de junho.

A tempestade solar foi classificada como G1 na escala da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA). Uma tempestade da classe G1 não afeta a saúde humana na superfície da Terra, mas pode causar uma interrupção nas flutuações da rede elétrica e nas operações de satélite. Outro destaque é que as tempestades G1 podem causar aurora boreal no hemisfério norte, principalmente em regiões dos Estados Unidos, Canadá, Rússia e Groenlândia.

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Tempestade solar atingiu a Terra

O fenômeno foi considerado inesperado e ocorreu junto com o  alinhamento extremamente raro de cinco planetas, onde Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno se alinham no céu em ordem de proximidade com o sol. Esse fenômeno não ocorria desde 1864.

“Uma região de interação co-rotativa (CIR) atingiu o campo magnético da Terra, abrindo uma rachadura na magnetosfera do nosso planeta. A tempestade solar entrou para desencadear uma rara exibição de solstício de auroras”, explicou o Spaceweather sobre a causa do incidente.

Em Calgary, no Canadá, o fotógrafo Harlan Thomas capturou uma imagem das auroras. “A aurora durou 5 minutos e que show. O auge foi quando a aurora se tornou visível a olho nu”, escreveu o profissional. As imagens podem ser conferidas clicando aqui.

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