Siga o Olhar Digital no Google Discover
Após pressão do governo local, a Amazon decidiu restringir os resultados de pesquisas por produtos LGBTQIA+ ou relacionados nos Emirados Árabes Unidos. Na região, os relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo são considerados ilegais e podem ser punidos com multa ou até mesmo prisão.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
Entre os produtos afetados é possível citar diversos livros que não podem mais ser localizados no país. A Amazon restringiu cerca de 150 palavras-chave relacionadas a comunidade LBTQIA+, como, por exemplo: “lgbtq”, “orgulho”, “bandeira transgênero” etc.
Leia também!
- Grupos do Facebook ganham interface parecida com o Discord
- Justiça brasileira realiza primeira apreensão dentro do metaverso
- Snapchat lança novo serviço de assinatura com recursos exclusivos
De acordo com a reportagem do jornal The New York Times, a Amazon não deixou claro quais penalidades poderia sofrer caso não acatasse a decisão. O porta-voz da Amazon, Nicole Pampe, afirmou que as lojas Amazon precisam cumprir as leis e regulamentos locais dos países em que operam.
“Como empresa, continuamos comprometidos com a diversidade, equidade e inclusão, e acreditamos que os direitos das pessoas LGBTQ+ devem ser protegidos”, continuou Pampe.

Instagram e Facebook removem publicações sobre pílulas abortivas nos EUA
A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu, na última sexta-feira (24), anular o processo Roe x Wade, precedente que era utilizado desde 1973 para garantir que mulheres norte-americanas tivessem o direito de realizar um aborto de maneira legal.
Após o anuncio da decisão, diversas pessoas começaram a utilizar as redes sociais, como Instagram e Facebook, para oferecer pílulas abortivas legais. Porém, esses usuários notaram que as plataformas da Meta passaram a censurar essas publicações.
De acordo com algumas pessoas, as publicações chegaram a ser removidas em poucos segundos na própria sexta-feira. Em um dos casos, o usuário viu seu perfil ser suspenso temporariamente após a oferta do medicamento.
Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!
Assista a filmes e séries
Assine Amazon Prime para assistir a filmes e séries populares, incluindo Amazon Originals premiados. O Amazon Prime também inclui a entrega GRÁTIS e rápida de milhares de itens elegíveis, mais de 2 milhões de músicas sem anúncios e muito mais. Clique aqui e comece seu teste GRÁTIS por 30 dias!