Após pressão do governo local, a Amazon decidiu restringir os resultados de pesquisas por produtos LGBTQIA+ ou relacionados nos Emirados Árabes Unidos. Na região, os relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo são considerados ilegais e podem ser punidos com multa ou até mesmo prisão

Entre os produtos afetados é possível citar diversos livros que não podem mais ser localizados no país. A Amazon restringiu cerca de 150 palavras-chave relacionadas a comunidade LBTQIA+, como, por exemplo: “lgbtq”, “orgulho”, “bandeira transgênero” etc.  

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De acordo com a reportagem do jornal The New York Times, a Amazon não deixou claro quais penalidades poderia sofrer caso não acatasse a decisão.  O porta-voz da Amazon, Nicole Pampe, afirmou que as lojas Amazon precisam cumprir as leis e regulamentos locais dos países em que operam.  

“Como empresa, continuamos comprometidos com a diversidade, equidade e inclusão, e acreditamos que os direitos das pessoas LGBTQ+ devem ser protegidos”, continuou Pampe. 

Logotipo da Amazon impresso em uma caixa de papelão e exibido na tela de um celular. Amazon.com, Inc., é uma empresa americana de comércio eletrônico e computação em nuvem.
Imagem: Lutsenko_Oleksandr/Shutterstock

Instagram e Facebook removem publicações sobre pílulas abortivas nos EUA

A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu, na última sexta-feira (24), anular o processo Roe x Wade, precedente que era utilizado desde 1973 para garantir que mulheres norte-americanas tivessem o direito de realizar um aborto de maneira legal.  

Após o anuncio da decisão, diversas pessoas começaram a utilizar as redes sociais, como Instagram e Facebook, para oferecer pílulas abortivas legais. Porém, esses usuários notaram que as plataformas da Meta passaram a censurar essas publicações.  

De acordo com algumas pessoas, as publicações chegaram a ser removidas em poucos segundos na própria sexta-feira. Em um dos casos, o usuário viu seu perfil ser suspenso temporariamente após a oferta do medicamento.  

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