A Apple segue a onda de Meta e Google ao decidir congelar contratações. Fontes anônimas revelam que no ano de 2023 a empresa pretende deixar de abrir novas vagas para reduzir gastos. 

De acordo com a Bloomberg, a decisão não afetará todos os setores da empresa. Anteriormente, empresas como Google, Amazon, Tesla e bancos americanos haviam tomado decisões semelhantes ao desacelerar ou congelar a abertura de novas vagas. Já o Facebook, em fase de contenção de custos, ameaçou demitir funcionários com baixo desempenho. As medidas das empresas de tecnologia acendem um alerta sobre a desaceleração econômica global que se aproxima. 

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As atualizações sobre os planos da Apple para 2023 revelam que as decisões de diminuir custos não afetará os lançamentos futuros. A empresa pretende manter um calendário agressivo de novidades para o ano seguinte, incluindo o lançamento de um headset de realidade mista uma novidade na categoria 

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(Imagem: divulgação/Apple)

Google reduz vagas no segundo semestre

Semelhante a decisão da Apple, o presidente-executivo da Alphanet, Sundar Pichai, empresa que comanda as operações do Google, comentou que a intenção da empresa em reduzir a contratação de novos funcionários no segundo semestre de 2022 e que as próximas contratações deveriam “priorizar oportunidades mais importantes”.  

“Avançando, precisamos ser mais empreendedores, trabalhando com maior urgência, foco mais nítido e mais fome do que mostramos nos dias mais ensolarados. Em alguns casos, isso significa consolidar onde os investimentos se sobrepõem e simplificar os processos. Em outros casos, isso significa pausar a implantação e redistribuir recursos para áreas de maior prioridade”, disse o CEO em comunicado aos funcionários da empresa. 
Entre abril e junho, segundo trimestre deste ano, a companhia contratou 10 mil novos trabalhadores. Aqueles com quem o Google já se comprometeu neste terceiro trimestre também serão adicionados ao quadro de funcionários. No total, em dados do final de março, a Alphabet soma 163.906 funcionários, 17% a mais que em 2021.

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