As reduções de contratações ou aumento de demissões segue atingindo diversas gigantes da tecnologia. Depois de Apple e Google anunciarem desaceleração no acréscimo de novos funcionários, a Meta, empresa mãe do Facebook, WhatsApp e Instagram, se prepara para um corte de até 10% do seu quadro.

Os trabalhadores da companhia fundada por Mark Zuckerberg já estão cientes do possível corte de empregos. Atualmente, os empregados enfrentam novos requisitos de desempenho, além de um mercado mais difícil. Por isso, acreditam nesse percentual de demissões.

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Isso porque no início do mês de julho, Lori Goler, chefe de recursos humanos da Meta, sugeriu cortar funcionários que não podem atender às expectativas. Segundo ela, a empresa começa a operar “com intensidade aumentada”, relatou o site Business Insider.

Ao mesmo portal, funcionários da companhia declararam que as demissões iminentes parecem uma “caça as bruxas”. “Ainda não começou, mas está chegando”, disse um trabalhador da Meta, em entrevista ao Insider.

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook
Mark Zuckerberg é o fundador do Facebook e dono da Meta. Imagem: Frederic Legrand/Shutterstock

Meta não é a primeira

No dia 12 de julho, a Microsoft anunciou que cortaria parte da equipe de funcionários, tendo como justificativa ajustes do início de ano fiscal. O Google e a Apple, por sua vez, vão apenas desacelerar as novas contratações.

A Alphabet, dona do maior buscador, vai reduzir a quantidade de novos trabalhadores neste segundo semestre. Sundar Pichai, presidente-executivo da companhia, enviou um e-mail para os funcionários informando sobre a redução nas contratações, mas anunciou que o Google vai continuar “apoiando nossas oportunidades mais importantes”.

A Apple, por sua vez, informou que vai congelar as contratações para 2023. A empresa pretende deixar de abrir novas vagas para reduzir gastos. 

Via: Business Insider

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