Bugatti apresenta novo supercarro conversível com quase 1.600 cavalos

Gabriel Sérvio
Gabriel Sérvio, editado por Acsa Gomes 19/08/2022 18:30, atualizada em 23/08/2022 17:48

A Bugatti revelou nesta sexta-feira (19) o W16 Mistral, que, segundo um teaser oficial divulgado esta semana, pode ser o seu último superesportivo com o icônico motor W16, marca registrada da empresa francesa. 

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Com a era dos motores a combustão chegando ao fim, o Mistral será lançado com a versão mais potente do motor quad-turbo de 8.0 litros da Bugatti. A unidade, derivada do Chiron SuperSport, consegue gerar nada menos que 1.578 cavalos de potência.

Novo Bugatti W16 Mistral. Imagem: Bugatti/Divulgação

A velocidade máxima também impressiona, cerca de 420 km/h (261 mph), estima a fabricante, que tem em vista tomar o título de conversível mais rápido do mundo do Hennessey Venom GT Spyder.

Pensando nisso, a Bugatti reconfigurou o pacote aerodinâmico e de resfriamento do Mistral, com uma grade frontal mais larga para canalizar mais ar para o radiador do motor e duas aberturas que alimentam os intercoolers do veículo. 

Até os espaços nos faróis, com quatro elementos de LED, servem para direcionar o ar através do corpo do veículo e para fora dos arcos das rodas dianteiras, reduzindo o arrasto.

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O modelo foi projetado com um novo monocoque feito de fibra de carbono e o motor é acoplado a uma caixa de câmbio de dupla embreagem de sete marchas. A mudança mais visual mais significativa, no entanto, são aberturas laterais em forma de C do Chiron, substituídas por uma nova solução de admissão que separa as aberturas do resfriador de óleo e motor, que ficam agora logo atrás dos ocupantes.

Imagem: Bugatti/Divulgação

Na traseira, o Mistral adotou lanternas em forma de X unidas por uma logomarca iluminada da montadora. Também há um enorme escapamento de saída única e uma dupla de difusores.

Imagem: Bugatti/Divulgação

Apesar das alterações significativas da carroceria, a cabine é quase a mesma do Chiron, com elementos de fibra de carbono e quatro mostradores digitais no centro do painel, que podem funcionar como medidores para a pressão do turbo e outros parâmetros do veículo. Curiosamente, o resto da cabine permanece quase livre de telas, algo raro atualmente.

Imagem: Bugatti/Divulgação

Como de costume, os compradores podem escolher entre uma vasta gama de opções de acabamento interno e estofamento, incluindo até personalizações feitas sob medida. 

Por fim, vale destacar que apenas 99 unidades serão construídas e vendidas para atuais proprietários e entusiastas da Bugatti pela bagatela de 5 milhões de euros, pouco mais de R$ 26 milhões na cotação atual. As entregas começam apenas em 2024, informa a montadora.

Via: Auto Express

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Gabriel Sérvio
Gabriel Sérvio

Gabriel Sérvio é formado em Comunicação Social pelo Centro Universitário Geraldo Di Biase e faz parte da redação do Olhar Digital desde 2020.

Acsa Gomes
Acsa Gomes

Acsa Gomes é formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo pela FAPCOM. Chegou ao Olhar Digital em 2020, como estagiária. Atualmente, faz parte do setor de Mídias Sociais.

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