Siga o Olhar Digital no Google Discover
Depois de quase um ano do lançamento, a missão DART, da NASA, finalmente colidiu com o asteroide Dimorphos em um momento histórico na noite da última segunda-feira (27). O impacto do momento foi filmado pela câmera Draco, instalada na própria nave, mas também por telescópios aqui da Terra.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 200,29
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
As primeiras imagens de telescópios daqui foram feitas pelo Observatório Atlas, na África do Sul, país onde o fenômeno foi visível. Aliás, o continente africano e parte da Ásia foram as regiões onde a colisão pôde ser flagrada por telescópios terrestres.
O LICIACube, satélite enviado pela Agência Espacial Italiana, que foi solto no espaço pela DART, também teve sua primeira foto revelada. No caso, essa imagem é a primeira de muitas outras que o equipamento deve fazer da colisão.
Missão DART para colidir nave com asteroide foi um sucesso
O impacto se deu às 20h14 (horário de Brasília) e foi transmitido ao vivo pelo Olhar Digital. O objetivo da missão é conseguir desviar levemente a órbita do asteroide para testar a capacidade de proteção da Terra contra eventuais ameaças do tipo.
De acordo com a NASA, é esperado que os primeiros resultados saiam nas próximas duas semanas, que devem confirmar se o desvio realmente aconteceu. Lembrando que o Dimorphos, que faz parte de um sistema duplo de asteroides, não tem risco de entrar em rota de colisão com a Terra e está a uma distância segura de nós.
“Eles superaram minhas expectativas”, disse Nancy Chabot, líder de coordenação da missão DART e cientista planetária do Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, durante a transmissão do evento.
A filmagem é muito importante, já que os cientistas viram poucos asteroides de perto. Quando as imagens finais da DART chegaram à Terra, os membros da equipe da missão – e todos que sintonizaram a transmissão ao vivo – viram um campo incrível de rochas cinzentas angulares intercaladas com seixos, cascalho e poeira. “Sei que outros cientistas como eu na equipe já estão apontando para essas imagens dizendo: ‘Você viu aquela pedra? Você viu aquela área lisa?’”, disse Chabot.
Leia mais:
- Missão DART da NASA será assistida por três telescópios
- Entenda como a NASA escolheu o asteroide que vai colidir com nave
- DART usa Júpiter e a lua Europa para testar sistema de navegação autônomo
Muito além dessa missão
Os cientistas terão ainda outra oportunidade de ver Dimorphos em detalhes, desta vez por muito mais tempo. A Agência Espacial Europeia lançará o Hera, missão de acompanhamento, em 2024.
A Hera chegará em 2026 e, ao contrário da DART, ficará nas redondezas, explorando Dimorphos e Didymos. A missão dará aos cientistas melhor visão da própria cratera de impacto após a poeira baixar, bem como dos estados naturais dos asteroides.
Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!