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A PF instaurou, nesta quinta-feira (16), inquérito para investigar a conduta e o sistema da Abin que estava monitorando a localização da população brasileira via celular.
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Na quarta-feira (15), o Ministro da Justiça, Flávio Dino, indicou que determinaria a abertura do inquérito.
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O caso veio à tona na terça-feira (14), quando o órgão admitiu ter usado software para monitorar a localização de toda a população brasileira a partir do número de celular, durante o governo Bolsonaro. A Abin afirmou que o software foi descontinuado (leia mais aqui).
A ferramenta teve uso entre dezembro de 2018 (no governo Michel Temer) e maio de 2021. Ela era capaz de acompanhar até dez mil usuários a cada 12 meses.
A solução tecnológica em questão não está mais em uso na Abin desde então. Atualmente, a Agência está em processo de aperfeiçoamento e revisão de seus normativos internos, em consonância com o interesse público e o compromisso com o Estado Democrático de Direito.
Abin, em comunicado oficial
Em 2019, ao assumir o órgão, procedemos verificação formal do amparo legal de todos os contratos. Para essa ferramenta, instauramos ainda correição específica para afirmar a regular utilização dentro da legalidade pelos seus administradores, cumprindo transparência e austeridade.
Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin, no Twitter
Com informações de g1
Imagem destacada: Reprodução/Abin
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