Siga o Olhar Digital no Google Discover
Mais um brasileiro foi selecionado para ir ao espaço. O cientista Alysson Muotri, da Universidade da Califórnia de San Diego, pode ir à Estação Espacial Internacional (ISS) em novembro de 2024. O anúncio foi feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas redes sociais.
Ofertas
Por: R$ 60,56
Por: R$ 27,81
Por: R$ 52,79
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 225,90
Por: R$ 241,03
Por: R$ 237,99
Por: R$ 216,11
Por: R$ 79,90
Por: R$ 174,00
Por: R$ 37,99
Por: R$ 284,04
Por: R$ 1.439,90
Por: R$ 94,90
Por: R$ 89,90
Por: R$ 313,50
Por: R$ 475,87
Por: R$ 23,65
Por: R$ 235,28
Por: R$ 36,22
Por: R$ 727,20
Por: R$ 2.069,90
Por: R$ 799,90
Muotri vai ser o terceiro brasileiro no espaço, depois de Marcos Pontes, que viajou em 2006, e Victor Hespanha, que venceu um concurso e fez um voo suborbital com a Blue Origin ano passado.
O pesquisador também vai ser considerado o primeiro cientista brasileiro em missão no espaço. Marcos Pontes é formado como engenheiro.
O que Alysson Muotri vai fazer no espaço?
De acordo com o portal g1, Muotri, especializado em transtornos do desenvolvimento neurológico, deve ficar 10 dias na ISS realizando vários experimentos com os “minicérebros”, sua principal área de atuação.
Os “minicérebros” são desenvolvidos a partir de “células-tronco pluripotentes” e conseguem simular a organização celular do cérebro humano de forma mais simples.
Leia mais:
- Vídeo em 4k mostra o Sol esguichando jatos de plasma para o espaço
- Veja uma enorme ejeção de massa coronal pulverizando plasma do Sol
- Astronautas no espaço tiram fotos incríveis de auroras na Terra
Os experimentos devem ter um foco em entender como a microgravidade afeta o cérebro humano. De acordo com a nota divulgada pelo governo, a pesquisa pretende “medir como a microgravidade afeta funções básicas das células cerebrais, incluindo sobrevivência, migração e metabolismo, além da formação de redes neurais”.

A pesquisa vai ser uma continuação da já aplicada aqui na Terra. Em 2019, a universidade enviou esses “minicérebros” ao espaço. O resultado é que o órgão envelheceu cerca de 10 anos em um mês.
As conclusões dessa pesquisa podem ser cruciais para a colonização espacial, já que podem indicar as consequências da presença humana a longo prazo fora da Terra.
Antes eu estava limitado a uma plataforma robótica. Ter um cientista fazendo experimentos em microgravidade é um privilégio
Alysson Muotri ao g1
Muotri é formado em ciências biológicas pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com doutorado em biologia genética pela Universidade de São Paulo (USP). O governo informou que não tem participação no financiamento da missão, nem a NASA nem a Universidade da Califórnia de San Diego emitiram nota sobre a escolha do brasileiro.
Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!