Pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Irvine, se concentraram na análise da molécula responsável por fios de cabelo brotando de certas toupeiras – que pode ser a solução para a calvície humana.

O estudo, considerado grande avanço na área, foi publicado em 21 de junho na Naure.

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Este é um divisor de águas para a perda de cabelo por alguns motivos. Em vez de estudar apenas pele de rato, pois a pesquisa nessa área é geralmente feita com pele de rato, dissemos: ‘Chega disso. Vamos olhar para o cabelo humano. A solução para a perda de cabelo humano está nos humanos.’

Maksim Plikus, professor de biologia celular e do desenvolvimento da UCI e líder do estudo
  • Plikus explicou que se depararam com tais toupeiras peludas e que deveriam então estudá-las;
  • Foram dez anos de trabalho;
  • Foi identificada substância química, chamada osteopontina, que advém das células pigmentadas de toupeiras;
  • Ela estimula bastante as células-tronco do folículo piloso para crescimento robusto do cabelo;
  • Todo esse caminho foi definido pela engenharia reversa.

Dermatologistas, biólogos do cabelo e nossos pacientes há muito reconhecem que alguns nevos [crescimentos na pele] induzem o crescimento luxuoso do cabelo, e este artigo demonstra elegantemente novo mecanismo para esse fenômeno.

Dr. Luis Garza, professor de dermatologia na Johns Hopkins School of Medicine, em entrevista ao Medical Xpress

Garza, que não esteve envolvido com a pesquisa, acredita que, “após testes cuidadosos em animais e humanos, poderemos ter novos medicamentos para ajudar pacientes com queda de cabelo.”

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Com informações de Medical Xpress

Aspartame: um dos adoçantes mais comuns do mundo pode ser cancerígeno, segundo OMS

O aspartame, um dos adoçantes artificiais mais utilizados no mundo, deve ser declarado como possível cancerígeno pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer, ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS). A decisão foi tomada no início de junho e será anunciada em 14 de julho.

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A reclassificação do aspartame não leva em conta uma quantidade mínima que pode ser considerada segura para o consumo. O objetivo da medida é incentivar a realização de pesquisas para avaliar potenciais perigos do produto.

O Comitê Misto FAO/OMS de Especialistas em Aditivos Alimentares também está revisando o uso da substância. Desde 1981, a entidade afirma que o consumo de aspartame é seguro dentro dos limites diários aceitos. Um adulto de 60 kg, por exemplo, só estaria em risco se bebesse todos os dias entre 12 e 36 latas de refrigerante diet.

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