A Starlink, subsidiária da SpaceX, de Elon Musk, divulgou seu novo serviço que fornecerá conectividade para celulares com LTE (Long Term Evolution; tecnologia de rede móvel) via satélite. Além de internet móvel, o “Starlink Direct to Cell” permitirá chamadas de voz e troca de dados entre celulares de todo o mundo.

De acordo com o anúncio, o lançamento dos recursos acontecerá gradualmente. Em 2024, o serviço contará com mensagens de texto, e, no ano seguinte, serão implementados recursos de voz, dados e funções IoT (Internet das Coisas).

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Starlink
(Imagem: Reprodução/Starlink)

O Direct to Cell funciona com telefones LTE existentes onde quer que você possa ver o céu. Nenhuma alteração no hardware, firmware ou aplicativos especiais é necessária, fornecendo acesso contínuo a texto, voz e dados.

Starlink

Como lembra o PC Mag, no ano passado, a Starlink anunciou parceria com a T-Mobile para lançar esse serviço nos Estados Unidos. A expectativa era que a conectividade de celular via satélite chegaria ainda em 2023.

Além da T-Mobile, a Starlink contará com outros provedores de telefonia para fornecer o Starlink Direct to Cell para demais países:

  • Rogers — Canadá
  • DDDI — Japão
  • Optuds — Austrália
  • One NZ — Nova Zelândia
  • Salt — Suíça

De acordo com a empresa, o serviço funcionará em todos os celulares LTE existentes e não necessitará de nenhuma alteração ou atualização de firmware, ou apps especiais para que a conexão funcione.

Ainda não há especificação de qual será a velocidade de banda larga fornecida pelo Starlink Direct to Cell.

Starlink no mar: Elon Musk coloca internet em navios porta-contêineres; entenda

A Starlink, empresa de internet de propriedade da SpaceX e, por conseguinte, de Elon Musk, segue crescendo e alcançando novos mercados. Desta vez, a tecnologia vai parar nos mares.

Nesta quinta-feira (21), a maior empresa marítima de contêineres sediada na Alemanha, a Hapag-Lloyd, anunciou a instalação da Starlink em seus navios após programa-piloto bem-sucedido conduzido em quatro embarcações.

Vale ressaltar que somente os navios de propriedade e os gerenciados pela Hapag-Lloyd, segundo a Bloomberg, receberão a novidade. Ainda, 122 dos 259 operados pela companhia são de sua propriedade.

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