Patinete Elétrico

Uber entra para o mercado brasileiro de patinetes elétricas

Vinicius Szafran, editado por Maria Lutfi 03/12/2019 20h50
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Aluguel pode ser feito pelo mesmo aplicativo de carros; primeira cidade a oferecer o serviço será Santos (SP)

A Uber anunciou nesta terça-feira (3) que entrou mercado de patinetes elétricas no Brasil. O meio de transporte já é oferecido por marcas como Grow, Lime e Scoo desde 2008. Porém, a companhia americana, que até então fornecia apenas caronas com automóveis, irá iniciar sua operação na cidade de Santos, no litoral paulista.


O lançamento faz parte da estratégia de expansão da Uber, que lançou a integração com o transporte público na região metropolitana de São Paulo há duas semanas. O recurso exibe informações sobre linhas de ônibus, metrô e trens direto no aplicativo.

O Brasil é o primeiro país da América Latina a receber a modalidade. Na Europa, o serviço está disponível em Berlim, Lisboa, Madri e Paris. Já nos Estados Unidos, as patinetes da Uber podem ser usadas em Atlanta, Dallas, Miami e Washington.

Ao anunciar que começa em Santos, a empresa ressalta a boa infraestrutura cicloviária da cidade. O serviço de patinetes elétricas será integrado ao aplicativo de carros, não sendo necessário fazer um novo download. O desbloqueio do veículo custará R$ 1,50, mais R$ 0,75 por minuto de uso. A Grow, uma das maiores concorrentes, cobra R$ 3 o desbloqueio e R$ 0,50 o minuto. Nesse caso, o serviço da Uber será mais barato em curtas distâncias, enquanto a da concorrência se torna mais competitiva em corridas acima de seis minutos.

Reprodução

A empresa já entregou toda a documentação exigida pela regulação municipal de São Paulo e diz que aguarda licenciamento desde setembro. No dia 1° de novembro, a Prefeitura de São Paulo determinou novas regras para as empresas atuantes. Somente maiores de 18 anos poderão conduzir as patinetes em ciclofaixas ou ciclovias. A circulação em calçadas, pistas, acostamentos, vias com velocidade máxima superior a 40 km/h, e demais partes das vias destinadas a veículos e pedestres é proibida.

Nas dez primeiras viagens, o usuário poderá trafegar com velocidade máxima de 15 km/h. Depois disso, o limite sobe para 20 km/h, mas a prefeitura não explica como será feito o controle. Além disso, os veículos devem ser devolvidos em estações ou pontos de estacionamento. O governo municipal afirma que irá cobrar 20 centavos de taxa das empresas por viagem realizada.

Via: Folha de S. Paulo

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