Nesta sexta-feira (4), o Google descontinuou completamente o seu serviço de música Google Play Música. O processo, que havia sido iniciado em outubro, foi acontecendo de forma gradual, dando tempo para que os usuários migrassem para outras plataformas.


Agora, se você entrar na página do Google Play Música (seja pela URL “music.google.com” ou qualquer outro ponto de acesso), será exibido um aviso de que o serviço não está mais disponível, junto de uma opção para transferir seu conteúdo para o YouTube Music.

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Para ajudar os usuários do serviço a escolher uma nova plataforma para ouvir música, o Olhar Digital separou algumas dicas de aplicativos semelhantes. A ideia é mostrar serviços parecidos, que podem ser usados para baixar músicas, criar playlists personalizadas e gerenciar faixas favoritas.


YouTube Music

Google ofereceu migração para o YouTube Music. Foto: Postmodern Studio/Shutterstock


Como não podia deixar de ser, a primeira recomendação é do sucessor espiritual do serviço oferecido anteriormente pelo Google. Inclusive, como citado, os usuários podem transferir todo o seu conteúdo para cá.


Apesar da interface ligeiramente diferente do que os usuários estavam acostumados em relação ao Play Música, é possível encontrar uma familiaridade entre o app e a versão do YouTube para vídeos. Por isso, não deve haver grandes problemas de utilização.


Quem assinar a versão premium do aplicativo terá, além da possibilidade de ouvir suas músicas sem anúncios, um modo offline e opção de ouvir com a tela bloqueada. O primeiro mês para os novos assinantes é gratuito. Depois disso, será cobrado R$ 16,90 a cada 30 dias de assinatura.


Além disso, há ainda opções para planos familiares, com até cinco pessoas inclusas, por R$ 25,50 e uma modalidade para estudantes, que custa R$ 8,50. Em todos os casos, o teste de 30 dias também está disponível.


Spotify

Spotify possui os planos Individual, Duo, Família e Universitário. Foto: Ascannio/Shutterstock

Atualmente, o Spotify é um dos serviços mais populares. Com ele em sua versão gratuita é possível escutar músicas de maneira ilimitada – desde que os anúncios sejam consumidos. Além disso, há um limite para passar de faixa, a partir de um certo ponto, é necessário ouvir as músicas na ordem que o aplicativo as coloca.


No entanto, isso muda quando uma assinatura é feita. Atualmente, a empresa possui quatro tipos de planos diferentes: Individual, Duo, Família e Universitário. Todos permitem ouvir músicas ilimitadas e baixar as faixas para escutar mesmo sem internet. Eles se diferenciam no valor e número de contas simultâneas.


No caso do Individual, como o próprio nome já diz, apenas uma pessoa pode utilizá-lo. Seu valor é de R$ 16,90 por mês e esse é o único que oferece uma degustação grátis de três meses.


O Duo oferece as mesmas vantagens da versão Individual, mas com a opção de manter duas contas simultâneas com o pagamento de R$ 21,90. O interessante aqui é que há uma playlist compartilhada, que é alimentada regularmente com músicas que os dois gostam. Quem assinar o plano tem direito a um mês grátis.


No plano Família, os usuários podem ter até seis contas pagando R$ 26,90 por mês. Por ser voltado para famílias, há alguns filtros para bloquear conteúdo explícito para menores de idade, além de oferecer o Spotify Kids, um app separado, feito especialmente para crianças. Assim como o plano Duo, há um mês de degustação.


Por fim, os universitários não foram esquecidos. Mediante comprovação de situação estudantil, o usuário tem direito a pagar R$ 8,50 por mês. São os mesmos benefícios da oferta individual, apenas com a diferença de que, como os outros planos, há apenas um mês grátis.


Deezer

Mensalidade padrão do Deezer, assim como de seus maiores concorrentes, é de R$ 16,90. Foto: Proxima Studio/Shutterstock


O Deezer atua no Brasil desde 2013 e se destacou por ser oferecido como um benefício para os clientes da operadora TIM. No entanto, nos últimos anos o serviço criou identidade própria e participa ativamente da guerra dos streamings de música.


Seu preço é bastante semelhante ao dos concorrentes, sendo de R$ 16,90 para o plano individual, que conta com modo offiline, possibilidade de pular quantas faixas quiser e acesso a 56 milhões de músicas.


Em seguida, há o plano Deezer Family que, por R$ 26,90 mensais, oferece os mesmos benefícios da oferta tradicional, mas com até seis contas cadastradas simultaneamente. Ambos os planos citados oferecem três meses gratuitos para que os usuários possam conhecer o serviço.


Por fim, pelo mesmo valor da oferta para a família, temos o Deezer HiFi, que dá acesso a faixas com qualidade Flac 16-bits, considerado um dos formatos de áudio mais fiéis existentes atualmente.


Amazon Music Unlimited

Estima-se que 80 milhões de usuários tenham acesso ao serviço oferecido pela Amazon. Foto: Nicole Lienemann/Shutterstock


A gigante do varejo oferece duas opções diferentes para o usuário final. A primeira é o Prime Music, que apesar de gratuito possui apenas 2 milhões de músicas no seu catálogo, uma limitação que pode ser importante para a maioria dos usuários.


Quem chega para concorrer com o Spotify e o Apple Music é o Amazon Music Unlimited. Apesar de não contar com um número oficial, a estimativa é de que cerca de 80 milhões de usuários tenham acesso ativo na plataforma. Assim como os rivais, quem assinar o serviço da Amazon terá acesso a playblack sem anúncios e a possibilidade de salvar músicas em até 10 dispositivos, o dobro do que é oferecido atualmente pelo Spotify.


Em termos de planos, o serviço tem ofertas a partir de R$ 16,90 mensais. Assim como os concorrentes, a Amazon também oferece um plano familiar para até seis usuários, por R$ 25,90 mensais. Aqui, também há três meses de testes.

E aí, já definiu a plataforma que mais te agrada?