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Nesta quinta-feira (14), o presidente Donald Trump foi banido permanentemente de mais uma plataforma. Após ter sua conta suspensa pelo Snapchat na última semana, o governante agora não pode mais utilizar o serviço.
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Em nota, a empresa afirma que a decisão foi tomada após análises de quais “ações de longo prazo são do interesse de nossa comunidade Snapchat. No interesse da segurança pública, e com base em suas tentativas de espalhar desinformação, discurso de ódio e incitação à violência, que são violações claras de nossas diretrizes, tomamos a decisão de encerrar permanentemente sua conta”.
O Snapchat se junta a outras empresas que baniram ou limitaram o alcance das postagens de Trump. O Twitter, por exemplo, baniu permanentemente a conta do presidente. Em uma ação semelhante, o Facebook decidiu seguir pelo mesmo caminho, tanto em sua rede principal quanto no Instagram.
Recentemente, a plataforma de transmissões Twitch também tomou medidas contra Trump. Em um comunicado emitido na quinta-feira (7), um dia após o ataque ao Capitólio, um porta-voz da empresa disse que a desativação da conta ocorreu “dadas as atuais circunstâncias extraordinárias e a retórica inflamatória do presidente, acreditamos que este é um passo necessário para proteger nossa comunidade e evitar que Twitch seja usado para incitar mais violência”.
Na última terça-feira (12), o YouTube disse que removeu um vídeo postado pela conta oficial do presidente Donald Trump por violar suas políticas de incitação à violência.
Além disso, em um comunicado, a empresa informa que o canal do governante está impedido de enviar novos conteúdos ou realizar transmissões ao vivo por no mínimo sete dias – período que, segundo a plataforma, pode ser prorrogado.
“Após uma análise cuidadosa, removemos o conteúdo carregado pelo canal de Donald J. Trump e emitimos uma nota de aviso de violação de nossas políticas de incitação à violência. Como resultado, o canal está impedido de enviar novos vídeos ou transmissões por no mínimo sete dias, que podem ser estendidos”, afirma o YouTube no comunicado.
Via: CNN