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O mundo acaba de ganhar mais dois centibilionários: Larry Page e Sergey Brin, cofundadores do Google. Com a alta das ações de tecnologia durante a pandemia do coronavírus, ambos os executivos observaram um aumento de US$ 40 bilhões de seus patrimônios líquidos e agora se juntam ao clube dos US$ 100 bilhões.

A fortuna de Brin cresceu US$ 20,4 bilhões do começo deste ano até abril, o que fez com que o cofundador alcançasse um patrimônio estimado em US$ 100,2 bilhões. Já Page, por sua vez, arrecadou US$ 21,2 bilhões no mesmo período e atingiu a marca dos US$ 103 bilhões.

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Ambas as marcas só foram alcançadas por conta da alta das ações da Alphabet, controladora do Google: só em 2020, os papéis da companhia cresceram mais de 80%. Embora tenham se afastado da Alphabet em 2019, Page e Brin possuem juntos mais de 50% do controle acionário da holding.

Com a notícia, Larry Page e Sergey Brin juntam-se aos outros seis centibilionários do mundo: Jeff Bezos, CEO da Amazon; Elon Musk, CEO da Tesla; Bill Gates, cofundador da Microsoft; Bernard Arnault, CEO da LVMH; Mark Zuckerberg, CEO do Facebook e Warren Buffett, CEO da Berkshire Hathaway.

Logo da Alphabet, controladora do Google, aberto em um smartphone
Ações da Alphabet cresceram mais de 80% no ano passado. Foto: nikkimeel/Shutterstock

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Trajetória

Em 1998, Page e Brin apresentaram o Google ao mercado quando ainda eram estudantes de doutorado na Universidade de Stanford (EUA). A plataforma tornou-se cada vez mais popular ao longo dos anos até tornar-se o site mais acessado do mundo inteiro.

Em 2015, ambos os executivos decidiram criar a holding Alphabet — bem como outras subsidiárias — para controlar o Google. Brin tornou-se o presidente da nova empresa e Page assumiu o posto de CEO. Sundar Pichai foi nomeado como CEO do Google.

Já em 2019, os cofundadores do Google decidiram se afastar da Alphabet e nomearam Pichai como CEO da holding.

Atualmente, os executivos ainda são consultados por Pichai, mas suas participações e abordagens estão cada vez mais indiretas. Eles também decidiram reduzir seus salários de forma brutal: apenas US$ 1 por ano para cada.

Ainda assim, os lucros de Page e Brin só devem aumentar à medida que o Google consolida crescimentos ano após anos — o que também é refletido no mercado acionário.

Fonte: Business Insider