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A Voyager 1, uma das espaçonaves enviadas ao espaço pela Nasa em 1977, detectou uma espécie de ‘zumbido’ vinda de além da heliosfera, que pode ser entendida como a fronteira do sistema solar. O zumbido é constante e composto de gases estelares, também chamados de ondas de plasma.
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Os dados foram enviados lentamente de uma distância de 14 bilhões de quilômetros e examinadas por uma equipe de astrônomos da Universidade Cornell, nos Estados Unidos. “É muito fraco e monótono, porque está em uma largura de banda de frequência estreita”, declarou a responsável pela detecção, Stella Koch Ocker, ao Phys.org.
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A descoberta permite aos cientistas o entendimento de como o meio estelar interage com o vendo solar, além de como a bolha protetora da heliosfera é moldada e modificada pelo ambiente interestelar.
Há 44 anos no espaço, a Voyager 1 já visitou pontos importantes do nosso Sistema Solar, como Júpiter e Saturno. A nave viaja a uma velocidade de 61.155 km/h e cruzou a fronteira do nosso universo próximo em agosto de 2012.
De onde vem?
Após sua entrada no espaço interestelar, o Sistema de Ondas de Plasma da Voyager detectou uma série de perturbações no gás. No entanto, nessas erupções, que são causadas por nosso próprio Sol em turbulência, os pesquisadores descobriram a existência de uma assinatura constante e persistente que era produzida pelo vácuo quase tênue do espaço.

“O meio interestelar é como uma chuva tranquila ou suave”, declarou um dos autores do estudo, James Cordes. “No caso de uma explosão solar, é como detectar a explosão de um raio em uma tempestade e depois voltar para uma chuva suave”.
Para Ocker, existe mais atividade de baixo nível no gás interestelar do que os cientistas acreditavam anteriormente. Isso permite o rastreamento da distribuição espacial do plasma, mas só quando ele não está sendo perturbado por explosões solares.
“Nunca tivemos a chance de avaliá-lo. Agora sabemos que não precisamos de um evento fortuito relacionado ao sol para medir o plasma interestelar”, disse o cientista pesquisador da Cornell, Shami Chatterjee.
“Independentemente do que o sol esteja fazendo, a Voyager está enviando detalhes. A nave está dizendo: ‘Esta é a densidade pela qual estou nadando agora’. A Voyager está muito distante e fará isso continuamente”, completou o pesquisador.
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