A medicina de precisão é aplicada para o tratamento de alguns tipos de câncer, principalmente de pulmão. A técnica consiste em agir em um gene específico, para destruir a amostra contaminada. O tratamento pode aumentar em até sete vezes a sobrevida de um paciente.

Há pouco mais de 20 anos a quimioterapia era basicamente a única forma de tratamento concreto contra a doença e na época a os pacientes com câncer de pulmão agressivo e metastático tinham sobrevida média de 12 meses. Atualmente, com as técnicas modernas, a médica é de cerca de 90 meses.

Tratamentos para o câncer de pulmão

O câncer de pulmão é principalmente perigoso pois a cirurgia não é uma opção de tratamento quando o tumor é descoberto em fase avançada. Para isso, os genes mais importantes que são usados no tratamento são: o EGFR, que aparece em cerca de 25% dos casos de câncer de pulmão; o ALK, presente em 7%, além do ROS/BRAF/HER-2 e do K-RAS que somados estão em 7% dos casos.

Leia mais:

publicidade

“A imunoterapia preenche essas lacunas. Os pacientes podem receber quimioterapia e imunoterapia concomitantemente ou apenas imunoterapia. Depende das características de expressão de PD-L1 no tumor. Quanto mais expresso – e isso o médico patologista investiga por imuno-histoquímica – mais propenso será o paciente a responder ao tratamento”, explica Felipe D´Almeida Costa, diretor de Ensino da Sociedade Brasileira de Patologia ao portal Medicina S/A.

Via Medicina S/A

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!