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Na manhã desta segunda-feira (26) o módulo Pirs foi removido do lado russo da Estação Espacial Internacional (ISS) pela espaçonave de carga Progress MS-16. A manobra, que estava originalmente programada para esta sexta-feira (23), foi completada às 7h55 da manhã de segunda, horário de Brasília.
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Tanto a Progress MS-16 quanto o módulo Pirs serão incinerados durante a reentrada na atmosfera, o que deve ocorrer às 11h51 desta segunda-feira. Lançado em 2001, o Pirs, também conhecido como DC-1 (Docking Compartment-1, Compartimento de Acoplagem-1) foi integrado à ISS para resolver o problema da falta de locais para acoplagem de espaçonaves Soyuz à estação.
Pirs deveria ficar em operação até 2006, quando seria substituído por um módulo multifuncional chamado Universal Docking Module (UDM). Entretanto, restrições orçamentárias no programa espacial russo forçaram o cancelamento do UDM.
Como alternativa um backup do módulo Zarya, um dos componentes do lado russo da ISS, foi modificado e transformado no laboratório multiuso Nauka, lançado ao espaço na última quarta-feira (21), e que deve ser acoplado à ISS nesta quinta-feira (29).
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Mais espaço na ISS
Pesando 22 toneladas o Nauka (que significa “ciência” em Russo), oficialmente chamado Multipurpose Laboratory Module (MLM), será a maior “sala” da ISS. Com 13 metros de comprimento e 4,3 metros de diâmetro, o módulo abrigará um laboratório de pesquisa e também uma “cama” extra para um cosmonauta, além de um banheiro, um sistema de regeneração de oxigênio e equipamento para reciclagem de urina e produção de água.

Módulo Nauka, no centro da imagem, sendo preparado para montagem no foguete Proton-M antes do lançamento. Imagem: Roscosmos.
Ele também inclui um novo braço robótico chamado European Robotic Arm (ERA), que será usado para manipulação de equipamentos e experimentos no exterior do lado russo da estação, complementando o já existente Canadarm 2 no lado norte-americano.
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