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O Nubank anunciou nesta terça-feira (18) a última etapa referente à aquisição da Easynvest: a integração total do serviço à startup. Com isso, a Easynvest passa a se chamar oficialmente Nu Invest.
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O banco digital comprou a plataforma de investimentos em junho deste ano, parte da estratégia da empresa de se tornar mais robusta na disputa pela liderança no mercado de investimentos.
“Quando adquirimos a Easynvest, a proposta era acelerar a nossa revolução roxa também para o mercado de investimentos e que agora, mais que um endosso, carrega toda a nossa marca na plataforma Nu Invest”, disse, em nota, a cofundadora do Nubank, Cristina Junqueira.
“Com o Nu Invest, consolidamos a presença do Nubank em investimentos para expandir a oferta de soluções inovadoras para os nossos atuais e futuros clientes dos mais diferentes perfis”, acrescentou a executiva.
A intenção da compra foi anunciada em setembro de 2020, mas foi autorizada pelo Banco Central (BC) somente em maio deste ano. A Easynvest by Nubank também já conta com a alteração no logo e com endosso da startup.

Segundo a empresa, as marcas funcionarão de forma separada – ou seja, não mudará nada para o cliente final em um primeiro momento, apenas terá a ampliação do portfólio.
Fernando Miranda, que foi CEO da Easynvest e agora é líder da área de investimentos do Nubank, salienta que cada um dos atuais 40 milhões de clientes da empresa possui perfis e necessidades diferentes. Por esse motivo, faz mais sentido manter os produtos apartados.
“A ideia de, por enquanto, manter experiências separadas, passa justamente por aproveitar o máximo delas nesse objetivo de avançarmos no mercado de investimentos enquanto prosseguimos com nosso plano de integração”, explicou a executiva.
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Vale ressaltar que os planos da Nubank são ambiciosos e, inclusive, a empresa está se preparando para uma oferta publica inicial (IPO, na sigla em inglês) há algum tempo. A previsão é de que a abertura de capital ocorra ainda em 2021, mas sem data definida até o momento.
Alguns bancos já estão na lista de possíveis parceiros para coordenar a oferta, entre eles: Morgan Stanley, Goldman Sachs Group Inc., Citigroup Inc. e UBS Group AG.
Além disso, a startup também está diversificando suas movimentações no mercado, tendo recentemente investido pela primeira vez em uma startup também do ramo financeiro, a indiana Jupiter; além de adquirir a norte-americana Juntos Global, uma plataforma para conversas automatizadas e personalizadas.
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