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A Virgin Galactic decidiu adiar o voo comercial que faria em parceria com a Força Aérea Italiana (FAI) para meados de outubro.
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A missão suborbital, intitulada “Unity 23”, estava agendada para o fim deste mês. No entanto, um fornecedor alertou para um possível “defeito de fabricação” no sistema de acionamento do controle de voo.
Ainda não há detalhes se a avaria afetou todos os veículos da Virgin ou se serão necessários apenas reparos. De qualquer forma, a empresa disse estar apenas adiando a viagem, que terá três membros da FAI para estudarem os efeitos biológicos da microgravidade no corpo humano.
A Virgin Galactic ainda acrescentou que está realizando inspeções com o fornecedor, que não foi identificado.
Hoje, a empresa do magnata Richard Branson tem duas espaçonaves suborbitais: a VSS Unity, utilizada no voo do bilionário em julho, e a VSS Imagine, apresentada no início deste ano. Uma terceira espaçonave, chamada VSS Inspire, foi anunciada, porém ainda não começou a ser construída.
Leia mais:
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Investigação da FAA não vai comprometer a missão
A Virgin também fez questão de esclarecer que o adiamento não tem a ver com uma recente investigação anunciada pela Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês).
De acordo com o órgão, o veículo que conduziu Richard Branson ao espaço em julho teria desviado do espaço aéreo designado durante o voo. Por conta disso, o governo americano proibiu na semana passada a Virgin de voar na VSS Unity até que a agência aprovasse o relatório final das apurações.
Vale lembrar que a Virgin já viveu um grave acidente quando uma nave suborbital explodiu no ar durante um voo de testes no deserto da Califórnia, em outubro de 2014. Na queda, o copiloto Michael Alsbury morreu, enquanto o piloto Peter Siebold ficou seriamente ferido.
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