Desde quando o presidente russo, Vladimir Putin, resolveu autorizar operações militares na Ucrânia, na última quinta-feira (24), o país eurasiático tem sofrido uma série de sanções de outros países e entidades internacionais. Entre as punições, estão algumas aplicadas por gigantes da tecnologia, como Google e Meta.

Com a intensificação da ofensiva russa à Ucrânia, o número de retaliações tem crescido na mesma medida que as forças militares da Rússia penetram o território ucraniano. Países como Estados Unidos, Reino Unido, membros da União Europeia, Japão, Austrália, Nova Zelândia e Taiwan já romperam relações com a Rússia e empresas do país.

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Até mesmo empresários com ligação com o presidente Vladimir Putin foram pressionados a deixar organizações que presidiam e contratos de patrocínio com empresas russas foram rompidos. O Olhar Digital preparou uma lista com as principais sanções que a Rússia já sofreu em diferentes campos.

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Impactos econômicos

Já no primeiro dia após a invasão à Ucrânia, as primeiras sanções às empresas russas fizeram com que a bolsa de valores de Moscou caísse mais de 50%, para apenas 611 pontos. Além disso, o rublo, a moeda russa, tem caído vertiginosamente frente ao dólar e ao euro.

Os bancos da Rússia foram instituições que sofreram bastante com as sanções impostas pelas principais potências do ocidente. O maior golpe foi a ameaça de exclusão das instituições financeiras russas, incluindo o Banco Central do país, do sistema SWIFT, o que bloqueia a operação dessas instituições globalmente.

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No momento, o sistema Swift aguarda apenas por algumas informações sobre quais bancos devem ser desconectados do sistema global de pagamentos. A lista consolidada dos bancos que devem ser excluídos do Swift deve ser divulgada pelo Conselho dos Estados da UE já nos próximos dias.

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