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A Embraer anunciou a conclusão de uma série de voos experimentais no Rio de Janeiro para avaliar novas tecnologias de sistemas autônomos em condições reais. Como foco da empresa brasileira, o objetivo de viabilizar operações autônomas seguras em ambientes urbanos complexos.
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Um trabalho de sete dias foi realizado pela Embraer em conjunto com sua subsidiária dedicada à aceleração do ecossistema de Mobilidade Aérea Urbana (UAM, na sigla em inglês) Eve Air Mobility. Houve também colaboração direta da startup Daedalean, baseada na Suíça, e das americanas Iris Automation e Near Earth Autonomy nos testes de voo.
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Helicópteros regulares – equipados com dispositivos como câmeras e LiDAR – conduzidos por pilotos profissionais foram usados na coleta de dados aéreos nos cálculos instantâneos e na avaliação em tempo real dessas tecnologias em cenários urbanos, como parte do projeto de Sistemas Autônomos da Embraer. Este chamado “Projeto EASy” é baseado no processo de teste ágil para o desenvolvimento das melhores soluções da categoria que permitirão a aviação autônoma do futuro.
Testes de voo para os eVTOLs do futuro
Ao longo dos sete dias no Rio de Janeiro, as empresas exploraram cenários convencionais e extremos para as fases de decolagem, subida, voo de cruzeiro, aproximação e pouso. Julio Bolzani, head de sistemas autônomos da Embraer, diz ser importante notar que a empresa não está se movendo diretamente para uma operação completamente autônoma.
“Assim que a Eve iniciar seus voos, pilotos estarão a bordo e se beneficiarão da aplicação dessas tecnologias através de uma operação segura e simplificada do veículo, até que a certificação completa de um sistema de voo autônomo para Mobilidade Aérea Urbana seja alcançada”, aponta Bolzani. Para Andre Stein, co-CEO da Eve, os caminhos para o voo completamente autônomo dos eVTOLs do futuro serão apontados por “toda informação e dados levantados neste projeto, bem como as soluções técnicas em desenvolvimento”.
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