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Um foguete Electron, da Rocket Lab, vai lançar à Lua a missão Cislunar Autonomous Positioning System Operations and Navigation Experiment (CAPSTONE), da NASA, a partir da Península de Mahia, na Nova Zelândia.
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Inicialmente programada para decolar entre os dias 3 e 15 de maio, a missão sofreu diversos adiamentos. Primeiro, foi reagendada para o dia 31. Em seguida, sem revelar detalhes, a agência espacial norte-americana transferiu o lançamento para a última segunda-feira (6).
Depois, adiou em mais uma semana, até que a necessidade de atualização do software levou à suspensão do lançamento, desta vez sem previsão de nova data – embora a NASA já tenha divulgado anteriormente que as oportunidades vão até o dia 22 de junho.
Conforme noticiado pelo Olhar Digital, ainda que não seja diretamente ligada ao Programa Artemis, da NASA, a missão acabará ajudando a agência nos processos que precedem o momento de levar seres humanos de volta à Lua, o que deve acontecer entre 2025 e 2026.
Com as dimensões próximas às de um forno micro-ondas, a espaçonave CAPSTONE tem por objetivo verificar a estabilidade de uma órbita circular quase retilínea (NRHO) ao redor da Lua, modelando o que a futura pequena estação espacial Gateway precisará seguir com os astronautas a bordo.
A órbita planejada posicionará a CAPSTONE dentro de 1,6 mil quilômetros de um local estratégico da Lua em seu ponto mais próximo, fornecendo acesso ao polo sul. Esse é o principal alvo das missões tripuladas Artemis, dada a provável presença de gelo de água em crateras polares permanentemente sombreadas.
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Em sua altitude mais elevada, o CubeSat CAPSTONE oscilará 43 vezes mais alto para 70 mil km. A vantagem de tal órbita – que ainda não foi testada por outras naves espaciais – é que futuras naves espaciais que entram e saem da superfície lunar no polo sul não precisarão voar tão alto para se encontrar com a Gateway.
Como a Lua tem concentrações de massa que podem causar perturbações em suas órbitas, o CAPSTONE acabará funcionando como um teste mais barato, antes do envio da estação Gateway, bem mais cara.
O objetivo secundário da missão é avaliar sistemas de navegação e comunicações de naves espaciais com o Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO) da NASA, que circula a Lua desde 2009.
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