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OpenAI e Microsoft, que vêm trabalhando em parceria no desenvolvimento de avançadas tecnologias de inteligência artificial generativa, estão sendo processadas (mais uma vez) por uso indevido de obras. Nicholas Basbanes e Nicholas Gage, dois renomados autores de não-ficção, entraram com uma ação na sexta-feira (5) no tribunal federal de Manhattan, Estados Unidos.
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Eles alegam que suas obras foram utilizadas sem permissão para o desenvolvimento de modelos de IA. Os autores buscam uma ação coletiva e acusam as empresas de utilizarem seus livros para alimentar o avançado modelo de linguagem GPT da OpenAI, sem reconhececimento de quem os criou ou compensação adequadada.
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Basbanes e Gage apontam que “têm capital limitado para financiar suas pesquisas” e que, normalmente, são responsáveis por todo o investimento necessário para os próprios projetos. Enquanto isso, OpenAI e Microsoft (que vivem uma realidade bem diferente e mais cheia de dinheiro), usam obras protegidas por direitos autorais dos autores para construir “outra indústria comercial de mais de um bilhão de dólares”.
OpenAI e Microsoft em uma “rotina” de processos
OpenAI e Microsoft já vêm sendo alvo de ações semelhantes relacionadas à violação de propriedade intelectual. Há cerca de dois meses, por exemplo, a dupla se tornou alvo de um processo movido por escritores que afirmaram não terem recebido qualquer compensação financeira pelo uso de livros e artigos acadêmicos para treinamento de grandes modelos de linguagem.
Mais recentemente, OpenAI e Microsoft foram processadas, simplesmente, pelo The New York Times, que acusou as empresas de violação de direitos autorais – dando novos capítulos para uma situação que já ganhava corpo em agosto passado. Segundo o importante jornal dos EUA, milhões de artigos da organização de notícias foram usados para construir modelos de inteligência artificial.