O Google Cloud, plataforma de computação em nuvem do gigante da web, divulgou em seu blog as taxas de performance de energia livre de carbono em suas 24 Regiões de Cloud espalhadas pelo mundo. Isso porque a companhia tem uma nova meta de sustentabilidade: operar seus negócios na nuvem em energia 100% livre de carbono, 24 horas por dia, sete dias por semana, em todas as Regiões, até 2030.

Para chegar a essa marca, a próxima etapa será a descarbonização completa do fornecimento de eletricidade para os data centers da companhia, sendo a nuvem mais limpa do mercado. Assim, cada Região de Cloud será atendida cada vez mais pelo uso de energia livre de carbono, no lugar da energia fóssil. Esse progresso é medido pelo Percentual de Energia Livre de Carbono (Carbon Free Energy Percentage – CFE).

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A partir de agora, os clientes da Google Cloud Platform (GCP) poderão escolher, conforme suas estratégias ambientais, em qual Região vão armazenar e gerenciar seus dados, a partir das informações de taxas de uso de energia livre de carbono. No Brasil, a única região de Google Cloud da empresa operacional na América Latina, lançada em 2017, já atua com 87% de sua operação com energia livre de carbono.

Mapa das 24 Regiões de Cloud do Google pelo mundo. Imagem: Reprodução/Google Cloud Blog

“Com o compartilhamento das taxas locais de operação livre de carbono em nossas regiões de Google Cloud, nossos clientes podem fazer escolhas mais conscientes sobre como incorporar o uso da nuvem na sua estratégia de sustentabilidade”, disse Marco Bravo, head do Google Cloud no Brasil. 

Empresas sustentáveis

Ainda de acordo com o Google, empresas como a Salesforce já estão integrando o impacto ambiental em sua estratégia de TI enquanto trabalham para descarbonizar os serviços que fornecem aos clientes.

“A Salesforce espera que nossos aplicativos sejam fornecidos por energia livre de carbono por hora com 38% mais frequência. Queremos ser um dos usuários de nuvem mais sustentáveis e o Google Cloud está nos permitindo reduzir nossa pegada operacional e atender melhor nossos clientes com uma nuvem mais limpa”, afirmou Patrick Flynn, vice-presidente de Sustentabilidade da Salesforce.

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Via: ComputerWorld