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Nos últimos anos, a montadora Tesla, de Elon Musk, esteve divulgando seus investimentos em segurança cibernética, além de frequentes cooperações junto a hackers. No entanto, o tiro saiu pela culatra: um grupo de pesquisadores conseguiu hackear um carro da empresa por meio de um drone.
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Mas, ao que indica, tudo não passou de um experimento de uma equipe participante de um hackathon, o Pwn2Own, que deveria ter acontecido no ano passado com participação da própria Tesla, mas foi cancelado por conta da pandemia do novo coronavírus.
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Mesmo sem a realização do evento, a equipe decidiu lançar o seu trabalho de qualquer forma em um modelo MCU simulado da Tesla. O grupo escreveu sobre o hack, que recebeu o nome de TBONE:
“Os pesquisadores de segurança Ralf-Philipp Weinmann da Kunnamon, Inc. e Benedikt Schmotzle, da Comsecuris GmbH, encontraram vulnerabilidades remotas de segurança em um componente de software de código aberto (ConnMan) utilizado nos veículos da fabricante que lhes permitiu comprometer carros estacionados e controlar seus sistemas de entretenimento por WiFi”.

Segundo a equipe, o hack também em questão é capaz de destravar as portas e o porta-malas, mudar as posições dos bancos — tanto no modo de direção quanto na aceleração —. Em resumo, praticamente o que um motorista pode fazer ao pressionar vários botões no controle do automóvel. A única coisa que a equipe não conseguiu foi de “raptar” o controle da direção do carro.
Mesmo assim, segundo Ralf-Philipp Weinmann, CEO da Kunnamon, o TBONE causou preocupação entre os integrantes da equipe de pesquisadores, temendo que a “façanha” se tornasse perigosa. “Não queríamos transformar essa exploração em um verme, no entanto. ”, ele conta.
A companhia de Musk é notória pela participação neste tipo de evento, muitas vezes oferecendo grandes prêmios e carros elétricos aos vencedores. Quanto ao carro hackeado, a montadora já conseguiu contornar a situação com um patch lançando em outubro de 2020.
Via: Electrek