A atriz Gal Gadot, que interpreta a MulherMaravilha nos filmes da DC Comics, quebrou o silêncio sobre os episódios de violência entre Israel e Palestina ocorridos nos últimos dias. Israelense e coroada como Miss Israel em 2004, quando tinha apenas 18 anos, Gadot usou seu Twitter para pedir paz na Faixa de Gaza. 

Considerada a maior estrela atual nascida no país, a atriz não costuma se esconder em questões que envolvem o seu Israel ou os conflitos no Oriente Médio. Em 2014, ela fez uma postagem em seu Facebook defendendo as Forças de Defesa Israelenses durante uma outra escalada de violência. Na ocasião, ela recebeu respostas mistas, com elogios e críticas.

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Agora, a estrela foi mais comedida e fez um pedido de paz. “Meu coração está partido. Meu país está em guerra. Eu temo pela minha família, meus amigos e meu povo”, disse a atriz em seu Twitter. “Isso é um ciclo vicioso que tem ido longe demais. Israel merece viver como uma nação livre e segura, e nossos vizinhos merecem o mesmo”, prosseguiu ela. 

“Eu rezo pelas vítimas, por suas famílias e para que essa inimaginável hostilidade termine. Eu rezo para que nossos líderes encontrem uma solução e então possamos viver lado a lado em paz. Eu rezo por dias melhores”, completou Gal Gadot.

Controvérsias

Porém, após a postagem, vários usuários, principalmente no Twitter, começaram a debater as palavras compartilhadas pela atriz. A principal crítica foi a ausência do uso do nome Palestina, que foi descrita apenas como “nossos vizinhos”. Outros chegaram a questionar se a artista não estaria, na verdade apoiando Israel durante os conflitos. Por sua vez, a atriz desativou os comentários da postagem.

Assim como todas as pessoas nascidas em Israel, Gal Gadot cumpriu seus dois anos obrigatórios nas Forças de Defesa Israelenses, que é o exército do país. Contudo, muitos ativistas e organismos internacionais acusam Israel de limpeza étnica e violência desproporcional contra os palestinos.

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Por conta disso, o filme ‘Mulher-Maravilha’, de 2017, teve sua exibição proibida em países que reconhecem a Palestina como único Estado legítimo da região da Faixa de Gaza, como é o caso do Líbano. Na ocasião, os libaneses usaram o envolvimento da atriz nos conflitos para justificar a proibição.

Fonte: Screen Rant

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