Siga o Olhar Digital no Google Discover
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nessa quinta-feira (13) a aprovação do uso emergencial de um medicamento com anticorpos monoclonais desenvolvido pela farmacêutica Eli Lilly, que agora pode ser usado no tratamento contra a Covid-19.
Ofertas
Por: R$ 60,56
Por: R$ 27,81
Por: R$ 52,79
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 225,90
Por: R$ 241,03
Por: R$ 237,99
Por: R$ 216,11
Por: R$ 79,90
Por: R$ 174,00
Por: R$ 37,99
Por: R$ 284,04
Por: R$ 1.439,90
Por: R$ 94,90
Por: R$ 89,90
Por: R$ 313,50
Por: R$ 475,87
Por: R$ 23,65
Por: R$ 235,28
Por: R$ 36,22
Por: R$ 727,20
Por: R$ 2.069,90
Por: R$ 799,90
O composto usa uma mistura de dois anticorpos, o banlanivimabe e o etesevimabe e não pode ser adquirido em farmácia, com o uso restrito apenas para uso hospitalar. Esse é o terceiro remédio aprovado pela agência para combater o coronavírus. Em março, a Anvisa já havia liberado o medicamento antiviral Remdesivir e em abril foi a vez do coquetel Regn-CoV2.
Os anticorpos usados nesse medicamento recém aprovado são versões criadas em laboratório das moléculas de defesa criadas naturalmente no nosso corpo para combater o vírus. A combinação tem como objetivo atingir a proteína S da Covid-19 para impedir a ação.
Novo medicamento aprovado pela Anvisa
O novo medicamento aprovado pela Anvisa é recomendado para pacientes adultos ou pediátricos com 12 anos ou mais e que pesem no pelo menos 40 quilos. O remédio não deve ser usado em casos graves e em pessoas que precisam de oxigênio. “Anticorpos monoclonais como banlanivimabe + eteasevimbe podem estar associados a piora nos desfechos clínicos quando administrados em pacientes hospitalizados com Covid-19 que necessitam de suplementação de oxigênio de alto fluxo ou ventilação mecânica”, disse a agência.
Leia também:
- Covid-19: pessoas com HIV possuem maior probabilidade de morrer
- Anvisa pede suspensão do uso da vacina de Oxford em mulheres grávidas
- Covid-19: mulher recebeu seis doses de vacina por engano
O uso é exclusivo para hospitais e a medicação deve ser aplicada diretamente na veia. O mesmo remédio já foi aprovado nos Estados Unidos e não foi testado na variante brasileira de Manaus. O uso em pacientes gestantes precisa ser feito com observação.
“A expectativa com a autorização de uso emergencial e experimental de medicamentos contra a Covid-19 é sempre ampliar as opções terapêuticas e, principalmente, aliviar a carga em nosso sistema de saúde, diminuindo o agravamento das condições clínicas de pacientes com Covid-19 e o risco de morte”, disse Meiruze Freitas, responsável pelo relatório da autorização do medicamento pela Anvisa.
Até o momento ainda não existe um preço estipulado do remédio da Eli Lilly no Brasil e nem uma previsão de quando o uso deve começar.
Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!