Start-up britânica transforma Mustang 1967 em elétrico modernizado, e cobra R$ 2,3 milhões

Clássico e elétrico, Ford Mustang de 1967 criado pelas mãos da britânica Charge mostra elegância e modernidade a toques de luxo
Ronnie Mancuzo
Ronnie Mancuzo, editado por Acsa Gomes 10/03/2022 13:19, atualizada em 11/03/2022 23:00

Surgindo pela primeira vez em 2019 como um conceito, o Ford Mustang fastback 1967 elétrico se tornou real. A empresa automotiva britânica Charge Cars afirma ter engenheiros de outras grandes empresas em sua equipe, e só tem esse carro no portfólio, com 499 deles à venda.

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Estamos falando de um clássico com alma exclusivamente moderna, em traços que carregam um DNA de grande elegância e potência. Seu trem de força traz mais de 540 cv, em um projeto que nasce pelas mãos de profissionais com passagem em projetos da McLaren Automotive, Jaguar Land Rover e equipes de Fórmula 1. No perfil de agora, há boa concretização do que foi visto há mais de dois anos, quando o carro ainda estava um pouco longe do funcional.

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A Charge revela um Mustang com suspensão personalizada, freios reforçados e um trem de força elétrico de motor duplo com uma potência combinada. Os 540 cv citados são acompanhados de 1.500 Nm de torque.

Carro com a porta aberta
Imagem: Divulgação/Charge

Outro detalhe no veículo se trata de uma tração “all-independent wheel drive” (AiWD), o que significa rodas totalmente independentes. Dentro desse panorama, surge o sprint de 0 a 96 km/h, que essa máquina realiza em apenas 3,9 segundos. Confira mais do Mustang elétrico no post da Charge em seu canal do YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=bfPAexfUNqk

Um Mustang clássico com carregamento rápido

A energia é extraída de uma bateria de 64 kWh, que o fabricante diz ser boa para um alcance máximo de cerca de 320 km com uma carga (contra os 200 km anteriormente estipulados). Além disso, o Mustang elétrico suporta carregamento rápido DC de até 50 kW – e a Charge diz que seus veículos usam componentes principais da startup Arrival, sua conterrânea parceira britânica.

Parte interna do Mustang
Imagem: Divulgação/Charge

Ao contrário do exterior, o interior já não faz questão de ter muita semelhança com o que era visto em 1967 no Mustang original, apesar de seguir a linha do que seria mais elegante da época. Há agora uma grande tela de infoentretenimento em estilo retrato, em sintonia com um painel de instrumentos digital e botões modernos.

Imagem do painel do Mustang 1967 elétrico
Imagem: Divulgação/Charge

Naturalmente, toda essa reengenharia e qualidade premium não sai barata, e a exclusividade ajuda a deixar tudo ainda mais caro. A Charge afirma que somente 499 unidades dessa maravilha serão construídas, cada uma custando £ 350 mil. Para termos uma ideia em nossa moeda, desconsiderando diferenças de impostos ou taxas, estamos falando de mais de R$ 2,3 milhões.

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Ronnie Mancuzo
Ronnie Mancuzo

Ronnie Mancuzo é analista de sistemas com especialização em cybercrime e cybersecurity | prevenção e investigação de crimes digitais. Faz parte do Olhar Digital desde 2020.

Acsa Gomes
Acsa Gomes

Acsa Gomes é formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo pela FAPCOM. Chegou ao Olhar Digital em 2020, como estagiária. Atualmente, faz parte do setor de Mídias Sociais.

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