Em uma nova rodada de investimentos liderada pelo Softbank Group, a brasileira Gympass, plataforma de bem-estar corporativo, acaba de captar US$ 220 milhões (aproximadamente R$ 1 bilhão, em conversão direta). Com o aporte recebido, a startup dobrou o seu valor de mercado, agora avaliado em US$ 2,2 bilhões (R$ 9,8 bilhões).

Além do Softbank Group, a rodada de investimentos contou com participações de grandes players como General Atlantic, Moore Strategic Ventures, Kaszek e Valor Capital Group.

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Fundada em 2012 e presente em 12 países (incluindo Brasil, Estados Unidos, Espanha e Inglaterra), a Gympass permite que empresas ofereçam aos seus funcionários acessos a academias de ginástica — uma espécie de “vale-academia”. Com menos de dez anos de história, a startup observou um crescimento acelerado nos últimos anos, à medida que as empresas passaram a focar no bem-estar de seus colaboradores, especialmente com a pandemia de coronavírus.

Não à toa, a companhia tem registrado um aumento de dois dígitos mês a mês, já que os regimes home office e híbrido possibilitam maior flexibilidade na agenda dos funcionários corporativos. Só em maio, a Gympass registrou um recorde de 4 milhões de check-ins mensais em sua rede de 50 mil parceiros globais.

Ilustração de aplicativo da Gympass
App da Gympass inclui ferramentas de exercícios físicos, meditação, nutrição e outros serviços. Foto: Gympass/Divulgação

“Já vimos um aumento nas visitas a academias e estúdios conforme os países começam a se abrir e esperamos um impulso ainda maior conforme as pessoas voltam para o escritório”, destacou Cesar Carvalho, cofundador e presidente-executivo da Gympass.

Todo esse crescimento robusto fez com que a startup saltasse de US$ 1 bilhão em valor de mercado para US$ 2,2 bilhões em apenas dois anos.

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Expansão programada

E o cenário é ainda mais positivo para o futuro: com o fim das restrições de circulação e à medida que as populações são vacinadas, a Gympass deve ganhar cada vez mais adeptos, já que as jornadas de trabalho devem seguir flexíveis mesmo após a pandemia.

Mas para acompanhar essa demanda, a startup vai usar os recursos aportados para expansão de suas operações, investimento interno de funcionários, otimização de seus serviços e criação de novos produtos.

“Tenho muito orgulho de dizer que levantamos US$ 220 milhões em uma nova rodada de investimentos para impulsionar o nosso crescimento nos Estados Unidos, melhorar a experiência do produto para nossos clientes corporativos, usuários e parceiros e continuar a expandir para novas categorias, como fitness digital, saúde mental e nutrição”, completou Carvalho. 

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