Desde o anúncio que o Facebook deseja integrar o chamado Metaverso, em meados de julho, este assunto tem dado o que falar. A última grande novidade é que a rede de Mark Zuckerberg deve criar pelo menos 10 mil empregos só na Europa para construir um mundo virtual para seus usuários.

Segundo o vice-presidente de assuntos globais do Facebook, Nick Clegg, a ideia é que essas novas posições sejam criadas dentro dos próximos cinco anos.

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O Facebook acredita que o Metaverso seja a próxima grande fase de crescimento não só para si mesmo, mas para todas as grandes empresas de tecnologia. Contudo, a empresa de Menlo Park já confirmou um investimento de US$ 50 milhões (cerca de R$ 275 milhões) no Metaverso.

O objetivo do Facebook com um aporte deste tamanho é “garantir que o Metaverso seja construído de forma responsável”. Este mundo, parte virtual, parte real, é imaginado como um universo em que as pessoas levem suas vidas pessoal e profissional com auxílio da realidade aumentada.

Grande rede interconectada

Mulher asiática e homem negro em um escritório
O Metaverso é imaginado pelo Facebook como uma grande rede interconectada de “metaversos” menores. Crédito: Facebook/Divulgação

Para altos executivos da empresa de Zuckerberg, o Metaverso será uma rede interconectada de metaversos menores. Ou seja, cada usuário poderá sair do metaverso do Facebook para o da Apple, ou do Google, por exemplo, a depender de quais sejam as necessidades naquele momento.

Porém, para que isso seja possível, será necessária uma equipe bem grande – por isso o anúncio das novas milares de vagas.

“Este investimento é um voto de confiança na força da indústria tecnológica europeia e no seu potencial do talento tecnológico”, afirmou Clegg, em uma postagem no blog da empresa.

A expectativa é que esses empregos sejam criados em diferentes países, entre eles: Alemanha, Espanha, França, Holanda, Irlanda, Itália e Polônia.

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O Reino Unido não foi incluído no programa de geração de empregos do Facebook para o Metaverso por não fazer mais parte da União Europeia – apesar de a empresa afirmar que pretende expandir os negócios por ali, onde o Facebook já emprega cerca de 4 mil pessoas.

Via: The Guardian

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