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O Citigroup, maior empresa de serviços financeiros do mundo, anunciou que vai desligar todos os funcionários que não forem vacinados contra a Covid-19 até o próximo dia 14 de janeiro. Em um primeiro momento, os colaboradores serão colocados em uma licença não remunerada, e desligados no final do mês.
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Segundo o Citigroup, funcionários que comprovadamente não puderem se vacinar serão mantidos. Desde outubro de 2021 que o banco já vinha prometendo tomar medidas duras em relação à vacinação de seus funcionários, porém, a decisão pela demissão dos não vacinados é surpreendente e inédita em Wall Street.
“No-jab, no-job”
Apesar de o Citigroup ser o primeiro grande banco a se comprometer a afastar seus funcionários não vacinados, outros grandes bancos, como o Goldman Sachs, Morgan Stanley e JPMorgan Chase, manterão os não vacinados em regime de trabalho remoto, mas não devem desligá-los.
Contudo, empresas de outros segmentos também devem tomar medidas duras contra funcionários não vacinados. Uma política que foi chamada de “no-jab, no-job” (sem vacina, sem trabalho, em tradução livre) já foi adotada por gigantes como Google e United Airlines.
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Estima-se que apenas 10% dos funcionários do Citigroup não se vacinaram e esse número tem caído por conta das medidas anunciadas pela empresa. Essa postura, porém, se dará apenas para os funcionários do setor administrativo. Nas agências, a política em relação à vacinação deve ser diferente.
Avanço da pandemia

Políticas duras em relação à vacinação, como a adotada pelo Citigroup, são compreensíveis, já que os Estados Unidos passam por um momento de recrudescimento da pandemia de Covid-19. Nesta semana, o país teve o maior número de novos casos em um único dia.
O avanço da ômicron já causou um grande surto em uma outra empresa gigante, a SpaceX. No final do ano passado, uma unidade da empresa aeroespacial na Califórnia teve nada menos do que 132 casos da doença, o que marcou o maior surto de Covid-19 na área em que a empresa está instalada.
Via: CNN Brasil
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