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A equipe do Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) emitiu um alerta pedindo cautela na retomada de eventos sociais com aglomerações. Segundo os pesquisadores, o mínimo de segurança só chegará com 80% da população total vacinada, incluindo adolescentes e crianças.
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De acordo com o boletim extraordinário publicado nesta quinta-feira (4), a flexibilização das medidas de proteção contra a Covid-19 devem acontecer de forma cautelosa, paulatina e em conjunto com outras medidas. Entre essas outras medidas, está a adoção do passaporte de vacina.
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“A população de adolescentes, pelo tipo de comportamento social que tem, é um dos grupos com maior intensidade de circulação nas ruas”, diz o boletim. O documento também cita o fato de os adolescentes conviverem com grupos etários que são mais vulneráveis.
Devemos vacinar todo mundo

Para o órgão, isso torna equivocado o pensamento de que a retomada dos eventos presenciais com aglomeração depende apenas dos níveis de vacinação da população adulta. É necessário vacinar todos os públicos para ter segurança para a retomada irrestrita de hábitos que aglomeram pessoas.
Para ilustrar os riscos, os pesquisadores citaram o exemplo dos Estados Unidos e de alguns países da Europa. Por lá, têm acontecido novos surtos de Covid-19 e a necessidade de retroceder em medidas de flexibilização, mesmo em locais com alto índice de vacinação.
Ainda é cedo
Por isso, para a Fiocruz, ainda é cedo para medidas como a desobrigação do uso de máscaras e a liberação de eventos presenciais com aglomeração. Essas medidas precisam ser observadas com extrema cautela e com monitoramento contínuo durante as próximas semanas.
Para a equipe do Observatório Covid-19 da Fiocruz, a cobertura vacinal do país tem aumentado paulatinamente e, recentemente, alcançou 55% da população geral, número ainda distante do patamar ideal. Outro problema seria o alto número de pessoas com a segunda dose atrasada.
Via: O Globo
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